Recentemente estava lendo uma matéria no jornal local de minha cidade sobre a idade do aluno desproporcional à série em que estuda, que tem como causa a reprovação. A partir dessa afirmação, eu questiono: se eu, como professor, aprovo meu aluno sem ele ter condições mínimas para frequentar a próxima série (e ele não apresenta o menor interesse em saber se tem condições ou não), não estou enganando a mim, a ele, a escola, sua família e a sociedade.
Como cristão, tenho que fazer esse exame de consciência. Com certeza, quem afirma que aprovar um aluno sem ele mostrar o mínimo de resultados (somente para valorizar estatísticas)não é professor e, também, não é cristão
